
Clovis da Mota. Exerceu a presidência da Assembléia legislativa do Rio Grande do norte no período de 1966 a 1971, tendo em vista que naquela época o vice automaticamente assumia a presidência do Legislativo. Natural de Campina Grande-PB, nascido a 21 de junho de 1928 e faleceu em Natal no dia 9 de janeiro de 1979. Formou-se em engenharia pela Escola de Engenharia do Recife, em 1951. Passou a trabalhar na indústria, no Cortume São Francisco de propriedade de seu pai, o empresário João Francisco da Mota (falecido em 11/06/1981, adquirido em 15 de maio de 1935
Em 1954, elegeu-se deputado estadual pela legenda do PTB – Partido Trabalhista Brasileiro, cujo presidente do diretório no Rio Grande do Norte era o seu pai João Francisco da Mota. Em 1956, licenciou-se da Assembléia Legislativa, quando foi eleito presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte-FIERN. Nas eleições de 1958, elegeu-se deputado federal na legenda do PSD-Partido Social Democrático em coligação com o seu partido para o período de 1959-1962.
Apoiou Juscelino Kubistchek na transferência para Brasília e a política do presidente Jânio Quadros, no reconhecimento da Revolução Cubana e na defesa das relações externas com os países socialistas, bem como apoiou o reatamento das relações diplomatas com a União Sociética em novembro de 1961, no governo de Joãp Goulart. Foi vice líder do PTB na Câmara, no período de 1961 a 1962. Elegeu-se deputado federal para a legislatura seguinte, na legenda da “Cruzada da Esperança” (PTB/PDC). Foi eleito em 1963, vice-presidente da Mesa da Câmara Federal, pelo bloco compacto do PTB, mantendo sempre uma oposição bastante progressista.
Em 1966, licenciou-se da Câmara em virtude de sua eleição para o cargo de vice-governador, na chapa com o Monsenhor Walfredo Gurgel (1966/1971). Candidatou-se em 1970 a deputado federal obtendo uma suplência, não chegando a assumir o mandato.
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